segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Surpresas de Internet…

Bom, antes de mais nada, peço desculpas aos amigos, mas no último mês tive alguns problemas com o meu micro… por conta deles, perdí todo o material que já tinha aprontado para novas publicações na Toca… por esse motivo, passei um tempo sem publicar nada e só agora estou podendo recomeçar a edição e publicação desse material…  ;]

… nessas “andanças” pela internet, volta e meia me vejo surpreso com algumas coisas que são lançadas… creio que isso deva acontecer com todos, afinal, não temos como testar tudo que é lançado em termos de efeitos, razão pela qual a internet é o único caminho para tanto… agora, o efeito “surpresa”, pelo menos pra mim, é algo pouco comum, pois ainda é lançado muito do “mais-do-mesmo”… entretanto, volta e meia “surpresas” aparecem…

T-RexSpinDoctorClose… uma das “surpresas” que tive foi o SpinDoctor, da  dinamarquesa T-REX, um valvulado com 4 patches programáveis e incrivelmente versátil… reforço: INCRIVELMENTE VERSÁTIL… todos os parâmetros do pedal permitem sonoridades bastante distintas e muito ricas… realmente esse pedal me surpreendeu bastante quando o conhecí…

… como é um pedal que, infelizmente, até o momento não tive a oportunidade de tocar, acho que não seria coerente da minha parte escrever impressões vagas acerca de observações advindas de vídeos e samples… por isso, tire suas próprias impressões a partir dos vídeos abaixo… acho que o pedal vai agradar muita gente… hehehe

Abraços!

sábado, 7 de novembro de 2009

Wampler Pedals - AGAIN E BREVE...

Esse post será bastante breve...

... há alguns dias, postei um texto falando da linha de pedais da Wampler Pedals, ainda pouco conhecida no Brasil... nesse mesmo post, mencionei que a empresa lançou recentemente o Triple Wreck Distortion, um pedal para sons mais pesados... entretanto, no meu comentário, deixei claro que ele se diferenciava positivamente em relação ao seu recente concorrente, o Fullbore, da MXR, mas que talvez ainda viessem atualizações no projeto dele, ou seja, o pedal ainda que soasse muito bacana, não tinha me convencido totalmente...

... contudo, tenho de confessar, fiquei bastante convencido depois do vídeo que segue abaixo... muito embora seja facilmente perceptível que o cara do vídeo não é do "ramo do metal", alguns timbres impressionam, inclusive com ganho baixo... em alguns momentos, me arrisco, o Triple Wreck soa bastante diferenciado... pelo menos na minha opinião... o que vocês acham??? ;]

Abraços!


terça-feira, 3 de novembro de 2009

SE EU SABERIA QUE PEDAIS EU TERIA HOJE? – PARTE 2.1

Antes de mais nada, preciso dizer que não tenho obsessão alguma com relação ao efeito de flanger... hehehe... na verdade, eu já tinha agendado outro post para o dia de hoje... entretanto, entre o período que escreví o post anterior e o dia em que ele foi publicado, me dei conta de algumas coisas que me pareceram interessantes dividir com os amigos...

... no texto anterior eu trouxe alguns conceitos sobre o tipo de timbre que procurava ter com o flanger, a saber "um timbre de flanger que abarque o que ouço na minha cabeça, provavelmente, no momento, eu teria de optar por um chorus, pois com esse efeito sei exatamente o que fazer e quando fazer, especialmente nas minhas composições… contudo, a idéia sempre foi e será o de usar um flanger (no momento, tenho um BOSS BF-2) como se fosse um chorus, mas com aquela camada extra de flanger, que resultaria em algo que transcenderia o chorus"... em síntese, e o mais importante, "um chorus com aquela camada extra de flanger"...

... falando dos meus testes com o BF-2, em determinado momento sentenciei que "é um ótimo flanger, mas que dessa vez ficou refém do conceito "chorus-com-camada-extra-de-flanger"... com ele consigo ou uma coisa ou outra, mas não essas duas camadas que eu quero, sem falar que para algumas coisas, especialmente com distorção, o chorus se comporta melhor que o flanger"...

... e era justamente isso que me pegava refletindo: mas como é que eu não conseguia pelo menos essa camada modulada que o chorus dá?...

... eu não lembro exatamente qual foi a circunstância em que me dei conta do porque... acho até que foi antes de dormir, quando eu estava ouvindo um CD... mas o fato é que a resposta estava justamente numa preferência que eu tenho quanto ao uso do flanger, o que me limitou na hora de testá-lo, que é o lugar dele na cadeia sinal, em especial, se estaria antes ou depois dos pedais de saturação...

... sempre preferí usar o flanger antes das distorções... lembram do chorus com a camada extra de flanger? Pois é, com o flanger antes das distorções, eu sempre consigo essa camada extra de flanger, razão pela qual, nos meus testes, estava procurando um jeito de conseguir a outra parte, o chorus, ou algo parecido com ele... e o resultado todos já sabem, não foi exitoso...

... agora, quando me dei conta da razão pela qual não conseguia um som como o de um chorus com o flanger, na hora lembrei-me dos meus testes com o chorus, em que nunca conseguia essa modulação mais presente quando ele estava colocado antes das saturações...

... e uma coisa que talvez eu não tenha deixado muito claro é que toda essa busca envolve tão somente o uso das modulações com o timbre sujo... com o timbre limpo não há problema algum... portanto, não sei se todos entendem o que quero dizer quando falo em timbre de chorus com distorção, nessa modulada que o chorus dá ao timbre quando colocado depois da saturação, mas espero que sim... hehehe

... então, tendo em vista esse elemento novo, da posição do flanger, já que não tinha feito teste algum com ele depois da distorção, fui fazer um novo teste, que começou bastante promissor... lembram da "modulada de chorus, usando o flanger"? Pois é, estava lá, e na primeira nota... de fato o problema era tão somente a posição do flanger na cadeia de sinal...

... passada essa etapa, fui procurar a outra parte, a "camada extra de flanger", o que, em tese, parecia ser a parte mais fácil... mas não foi... a modulação do tipo "chorus" sempre estava lá... a dificuldade estava em achar um ponto onde o flanger não soasse extremo demais, estivesse no timbre como uma pequena "névoa", como um ar diferente, se é que consigo me fazer claro? Infelizmente, com o BF-2 não consegui achar esse equilíbrio... quando achava o ponto certo do flanger, muitas vezes perdia um pouco de definição dos riff's, pois o flanger não ficava na sombra do timbre, mas sim à frente dele, como é normal quando se usa esse ou qualquer efeito depois da saturação...

... ainda que o novo teste, que trouxe uma nova esperança pra mim, devo confessar, não tenha dado certo, a intenção desse adendo ao post anterior é o de reforçar algo que mesmo pra mim, um cara com certa experiência, foi esquecido: como os pedais podem soar diferentes quando colocados antes ou depois dos pedais de saturação... e eu fiz questão de escrever sobre isso, contando algo que aconteceu comigo, porque muita gente costuma se preocupar muito sobre onde colocar cada efeito... e não tem regra, meus amigos... eu gosto de wah antes das distorções... muitos amigos meus gostam de colocá-lo depois... eu gosto de flanger e phaser antes... muita gente prefere depois... assim como gosto de chorus e delay depois, e tem muita gente que gosta de colocar antes, especialmente quando usa a saturação vinda do pré de um amp.... enfim, não tem regra... acreditem bastante naquilo que vocês costumam ouvir na cabeça de vocês... e na hora de procurar por isso, testem tudo de todo o jeito, essa é a melhor dica que posso dar... ;]

Abraços!

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

SE EU SABERIA QUE PEDAIS EU TERIA HOJE? – PARTE 2

Quando escreví a primeira parte dessa série, em determinado momento ponderei que "curiosamente, desde o último post, tem uma posição do setup que está entre 2 efeitos, o que me fez chegar numa interessante opção"... o último post a que me referia é o intulado "Quando o acaso ajuda, e muito...", postado no dia 1 de outubro de 2009... nesse post, eu conto uma pequena história, da forma inusitada como soube da existência da banda Chickenfoot, e do timbre de flanger que ouví em determinada música, que conseguia abarcar aquilo que eu gostaria de fazer com um flanger, algo que, até então, eu só ouvia na minha cabeça... o timbre da música do Chickenfoot não é exatamente o que eu quero, mas foi o que chegou mais perto daquilo que busco...

... contudo, para explicar melhor o que eu quero, vou colar algo que escreví naquele post e que explica relativamente bem o que eu procuro: "uma coisa que o pessoal têm achado muito interessante é quando falo do fato que, muito embora eu queira achar um timbre de flanger que abarque o que ouço na minha cabeça, provavelmente, no momento, eu teria de optar por um chorus, pois com esse efeito sei exatamente o que fazer e quando fazer, especialmente nas minhas composições… contudo, a idéia sempre foi e será o de usar um flanger (no momento, tenho um BOSS BF-2) como se fosse um chorus, mas com aquela camada extra de flanger, que resultaria em algo que transcenderia o chorus"...

... o final dessa parte que copiei é precisa: um chorus com aquela camada extra de flanger... acho que nunca tinha entendido o que eu procurava até escrever esse texto... até então, eu tinha uma imagem, digo, um timbre na cabeça que era mais utópico e subjetivo... entretanto, meio que sem querer, escrevendo aquele post consegui traduzir em palavras o que eu estava querendo fazer...

... claro que o apressado vai sugerir: "ué, então compra um chorus e usa os dois juntos!"... pois é, seria a solução mais fácil, não fosse 1) o fato de que eu tenho um flanger para tentar alguma coisa antes de outras opções; e 2) o fato de que não quero mais um pedal no meu "ainda-em-montagem" novo setup de pedais...

... portanto, a primeira coisa que fiz, por óbvio, foi testar e testar e testar o meu BF-2... e tenho de dizer, é um ótimo flanger, mas que dessa vez ficou refém do conceito "chorus-com-camada-extra-de-flanger"... com ele consigo ou uma coisa ou outra, mas não essas duas camadas que eu quero, sem falar que para algumas coisas, especialmente com distorção, o chorus se comporta melhor que o flanger...

... depois desse teste, comecei a achar que talvez nenhum flanger pudesse me oferecer o que procuro, e aí já estava, evidentemente, pensando em ter em separado um chorus e um flanger... eu achava e acho, entretanto, que o Deluxe Electric Mistress, da EHX, poderia ser a solução pro meu caso, mas ainda assim eu estava um pouco resistente por conta do tamanho desse pedal...

... por essa razão, fui na casa de um amigo, o mais viciado em equipamentos que eu conheço (e com a sorte de ter como comprá-los), para testar o Deluxe Electric Mistress dele... fui lá, testei, adorei, pra variar, mas mal eu começara a mexer no pedal, atrás do timbre que eu quero, quando o cara volta ao estúdio me dizendo: "velho, estou com a solução para os teus problemas na minha mão... larga esse pedal e pluga esse aqui"... e não é que o FDP tinha razão... hehehe


... o que ele me trouxe? Trouxe-me o Stereo Electric Mistress, da EHX, um pedal que ao botar o olho pensei: "tomara Deus que seja o que parece ser"... e é... hehehe... esse pedal tem um chorus e um flanger com controle de profundidade independentes, além de um controle de velocidade compartilhado... eu precisei, sem sacanagem, de menos de 30 segudos para timbrar como eu sempre quis... zerei o flanger, timbrei a velocidade e profundiade somente do chorus, e depois fui adicionando profundidade ao flanger... e pronto, sem mistério algum consegui o timbre que queria... me deu até um certa raiva pela facilidade com que consegui fazer isso...

... além disso, os efeitos isolados são muito bons, muito bons mesmo... o chorus lembra um pouco o do Small Clone, pois soa mais denso, fechado, menos brilhoso, o que me agrada muito desde sempre... o flanger, por sua vez, não está no mesmo patamar do Deluxe Electric Mistress, mas está longe de ser ruim... ele soa bastante orgânico e musical... enfim, são ótimos efeitos num ótimo pedal... fico surpreso por mim mesmo por não ter pensado nessa opção antes, bem como pelo fato do pessoal falar muito pouco dele... dêem uma olhada nos vídeos que seguem, pois acredito que os amigos concordarão comigo que trata-se de um pedal injustamente esquecido ou deixado um pouco de lado... ;]

... de resto, já escreví sobre dois pedais do meu futuro pedalboard: 1) Dirty Little Secret, da Catalibread; e 2) Stereo Electric Mistress, da EHX... no futuro, escreverei sobre os demais... ah, e pra quem quiser saber, gosto do flanger antes dos drives/distorções... ;]

Abraços!






segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Wampler Pedals... HÃ??? QUEM???

Você não conhece os pedais da Wampler Pedals? Bom, diferentemente da última postagem, esses já conheço há algum tempo... hehehe

... agora, evidentemente não os conhecí de uma forma ortodoxa... não os ví em revista alguma, nem mesmo em vídeos do Youtube (pelo menos não na época que tive conhecimento deles)...

... na verdade, quando conhecí o técnico da Wampler, Brian Wampler, nem existia essa linha de pedais, tanto que ele era conhecido tão somente por IndyGuitarist, um técnico que vendia fartos materiais didáticos sobre construção iniciante de pedais, construção avançada de pedais, e mesmo diversas modificações para os mais conhecidos pedais do mercado... naturalmente, por conta última hipótese é que conhecí o trabalho do Brian...

... como me inscreví na newsletter dele, inclusive porque os inscritos recebiam acesso livre à alguns MOD´s, além de promoções para compra dos seus livros, em determinado momento comecei a receber mensagens sobre os projetos dos pedais que ele estava desenvolvendo, a que passo estavam, até que, certa vez, ele anunciava a linha da Wampler Pedals, que ainda não compreendia todos os pedais que ela possui hoje em dia...

... na época, ele tinha poucas opções, a se destacar um drive que, com o tempo, o Brian foi aprimorando, até se tornar o atual Hot Wired... a primeira versão que ouví desse pedal soava promissor, mas ainda não diferenciado... entretanto, foi o delay, que ele também lançara na época, que me fez ficar mais atento ao que viria pela frente, pois, desde então, o delay soava incrível aos meus ouvidos...

... a Wampler Pedals ainda é pequena, mas pode ter, porque não, uma história parecida como a de empresas que começaram assim, vide a Fulltone... ainda que pequena, os preços são de gente grande... realmente estamos falando de pedais com preços similares aos das marcas de boutique mais conceituadas do mercado... seja como for, a linha merece ser conhecida, pois tem pedais realmente muito interessantes... eu só tive a oportunidade de tocar no delay, que é realmente maravilhoso... os demais, assim como pode acontecer com os amigos, me passam uma ótima impressão pelo material multimídia que encontro pela internet, especialmente o Plextortion, e mais recentemente o Pinnacle "Brown Sound" Distortion, por conta de um vídeo postado pelo Gearmanndude, no Youtube (e que, claro, estará no final deste post), pois os vídeos que a Wampler tem no seu site não privilegiaram o Pinnacle Distortion da forma que ele merecia... hehehe

... o mais recente lançamento da Wampler Pedals foi o Triple Wreck Distortion, voltado para o público "do peso"... hehehe... eu achei o pedal bacana, ainda mais que veio junto ao Fullbore, da MXR, que achei um fiasco... entretanto, penso, e é só presunção da minha parte, que essa é apenas a primeira versão desse pedal... hehehe

... de resto, amigos, espero que gostem da ótima linha de pedais que essa marca tem... vejam todos os vídeos, porque acho que vale apena, nem que seja para apenas conhecer... e quem quiser saber mais da empresa, acesse o site http://www.wamplerpedals.com/ ... ;]

Abraços!