... nesse vídeo irei contar o que fez eu tirar um postulante a titular do pedalboard e mostrarei um dos 3 pedais que ainda não tinha recebido e que já entrou totalmente titular e imprescindível...DE TOCA EM TOCA - Eu, eu mesmo e Irene - PARTE 6
6 de mar. de 2013 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA, PEDAIS
... nesse vídeo irei contar o que fez eu tirar um postulante a titular do pedalboard e mostrarei um dos 3 pedais que ainda não tinha recebido e que já entrou totalmente titular e imprescindível...DE TOCA EM TOCA - Eu, eu mesmo e Irene - PARTE 5
3 de fev. de 2013 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA, PEDAIS
... como vocês poderão perceber, após esse post não restará muita coisa para ser postada... no futuro devo postar mais uns 2/3 capítulos mostrando aquilo que foi definido nas posições que ainda tenho alguma dúvida, e após a solução da equação, postarei um vídeo em que mostrarei todos os pedais, como os uso e com que finalidade, finalizando, claro, esse DE TOCA EM TOCA especial... portanto, fiquem ligados na Toca, pois essas definições devem sair muito em breve...
... por fim, reforço o convite para que os amigos curtam nossa página no Facebook, que como informado no primeiro post de 2013, a partir de agora é o canal interativo oficial da Toca dos Efeitos...
... de resto, agradeço aos amigos pelo prestígio e aguardo-os na semana que vem, quando teremos 2 novas postagens... ;]
DE TOCA EM TOCA - Eu, eu mesmo e Irene - PARTE 4
27 de jan. de 2013 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA, PEDAIS
DE TOCA EM TOCA - Eu, eu mesmo e Irene - PARTE 3
1 de out. de 2012 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA, PEDAIS
E um dia Joseph Climber ouviu que “a vida é uma caixinha de surpresas”… hehehe
… e semana passada me senti Joseph Climber… hehehe
… claro, eu mesmo, despretensiosamente, procurei a surpresa, mas não imaginei que me surpreenderia tanto… e movido pela surpresa é que nasce a parte 3 dessa série, que é o início de uma grande mudança na montagem do meu pedalboard…
… o fato novo se chama amplificador… o agente modificador foi o tamanho da minha surpresa… e o objeto das próximas edições é a construção de uma nova equação na montagem do pedalboard… sim, antes eu estava montando 2… agora vou condensar tudo num só… por quê? Resposta: amplificador…
… e que tipo de equação virá no futuro? Bom, é só dar uma sacada na foto ao lado… eu sei, é meio doentio, mas é uma doença boa… hehehe
… seja como for, a história toda está no vídeo abaixo… esse capítulo não era esperado, mas foi muito bem vindo… o vídeo é um pouco longo, mas as histórias são boas… pelo menos eu achei… ;]
De resto, amigos, aguardo-os de volta na quarta-feira, quando irá pro ar uma excelente entrevista com a Tom Tone… não percam!!!
Abraços… ;]
Leia maisDE TOCA EM TOCA - Eu, eu mesmo e Irene - PARTE 2
1 de ago. de 2012 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA, PEDAIS
Então, meus caros, finalmente a segunda parte dessa série...
... para ser bem honesto, já há algum tempo eu teria postado a segunda, quem sabe até a terceira parte... como disse no primeiro post (que pode ser revisto clicando aqui... quem não viu, recomendo que veja antes de ver o material deste post), a minha intenção é fazer disso um tipo de vlog, em que posto impressões acerca da montagem dos 2 pedalboards depois de testes, ensaios e afins, e normalmente com um material relativamente curto, considerando a minha falta de poder de síntese... hehehe
... contudo, não segui a minha intenção inicial porque recebi muitos emails pedindo uma mesma coisa: que antes das impressões e mudanças, eu mostrasse com detalhes o que eu quero em termos de som e como eu achava, a princípio, que os pedais do primeiro protótipo de pedalboard me atenderia, para aí sim passar às mudanças, se as houverem... mais que isso, teve quem falasse em “liberar a receita do bolo” e “revelar os meus segredos”... pô, longe disso, longe disso mesmo... e todos verão isso em seguida...
... então, por conta disso, resolvi gravar um material falando de cada pedal, como os uso, qual a finalidade que eu procuro e, em alguns casos, como se comunicam quando uso mais de 1 ao mesmo tempo...
... claro, por óbvio não dá pra fazer isso em pouco tempo, ainda mais quando alguém como eu se propõe a fazer esse tipo de coisa... hehehe... pior, antes de gravar esse material eu achei que faria tudo num vídeo de 15 minutos... ledo engano... mas bota ledo engano nisso...
... o fato é que está praticamente tudo lá, nesses 6 vídeos que seguem abaixo... sim, são 6 vídeos... e como muita gente pediu que eu fizesse isso, espero um grande número de views lá nos relatórios do Youtube, hein? hehehe...
... enfim, espero que esse material agrade... apesar do frio que fazia, e do meu resfriado, tive muito prazer em fazer todos os vídeos...
... e antes de partir, reitero meu convite para todos nos seguirem no Twitter, curtirem nossa página no Facebook e se inscrever na nossa Newsletter…
Abraços e até a próxima... ;]
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DE TOCA EM TOCA – Douglas Gigante
16 de jul. de 2012 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA, PEDAIS
Primeiro as coisas primeiras…
Desde a semana passada a TOCA DOS EFEITOS tem, oficialmente, sua newsletter… é isso mesmo… além de todos os canais já conhecidos, a Toca tem uma newsletter mensal, que incluirá as principais postagens do mês, além de conteúdos exclusivos, enquetes, enfim, será um canal totalmente diferente…
… quem tiver interesse em receber a newsletter, faça seu cadastro pelo endereço http://tocadosefeitos.us5.list-manage.com/subscribe?u=6f2478a73b5428433cd009a45&id=909d65dee2 …
… e quem tiver interesse de ver a nossa primeira newsletter, acesse o endereço http://us5.campaign-archive2.com/?u=6f2478a73b5428433cd009a45&id=c50330dbd7 …
DE TOCA EM TOCA
Esse DE TOCA EM TOCA é bastante especial, porque é diferente de todos os outros já feitos…
… há algum tempo eu fiz um convite para todos participarem dessa seção, enviando vídeos mostrando o seu equipo e contando o porque das suas escolhas e etc… ou seja, se em comunidades e grupos do orkut e Facebook o pessoal posta fotos dos seus pedalboards, porque não irmos além e fazermos um vídeos mostrando o equipo, como usamos ele e etc.?…
… pois bem, esse é o primeiro DE TOCA EM TOCA feito dessa forma…
… debutando essa versão, o DE TOCA EM TOCA traz o setup do Douglas Gigante, um participante muito ativo aqui da Toca dos Efeitos… é sempre um prazer tê-lo por aqui e fico satisfeito de vê-lo abrindo os trabalhos…
… portanto, meus amigos, reforço o convite para participarem dessa versão de DE TOCA EM TOCA, bem como os convido para dar uma olhada no equipo do Douglas…
Abraços e até a próxima…
Leia maisDE TOCA EM TOCA - Eu, eu mesmo e Irene - PARTE 1
28 de jun. de 2012 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA, PEDAIS
Lembrando pela última vez…
Meus amigos, dia 30.06, portanto no próximo sábado, termina a promoção Eu quero ganhar esse Pedal… não percam essa oportunidade… saiba como ganhar através do endereço http://www.tocadosefeitos.com.br/2012/05/promocao-eu-quero-ganhar-esse-pedal.html …
DE TOCA EM TOCA
Então, confesso que não sei se serei compreendido, mas espero que sim, pois a intenção, acreditem, no fundo é boa… espero que ao final essa, digamos, série particular de DE TOCA EM TOCA, seja realmente proveitosa, tanto quanto eu acho que pode ser…
… sendo objetivo, a minha idéia é expor aos amigos, como um tipo de série em vários capítulos, a minha recente saga para montar meus novos pedalboards…
… e por que isso interessaria à alguém? Eu não sei, sinceramente eu não sei, mas o que quero mostrar é que montar um set de pedais e chegar no som que se procura envolve um processo muito subjetivo, que, claro, facilita um pouco conhecer muitos equipamentos, como é o meu caso, mas que não garante, em hipótese alguma, que isso será feito apenas de forma pensada, sem muitos testes… muito pelo contrário…
… leio seguidamente emails de afiliados da Toca que comentam achar que deve ser fácil pra eu montar um set para qualquer gênero e para qualquer pessoa… cheguei a receber um email que, confesso, foi mote da minha idéia, dizia esperar pelo dia que teria o conhecimento que tenho para se sentir mais tranquílo com relação à compra de equipamentos… como assim?, me perguntei imediatamente… na boa, isso nem é algo bom para se almejar… eu mesmo não quero isso… gosto dessa “intranquilidade” que o novo traz, apesar de ter conhecimento considerável sobre as opções que eu tenho…
… enfim, por essa razão pensei em fazer essa série, mostrando, basicamente, a evolução da montagem do meu pedalboard, sempre contando porque um pedal entrou ou saiu, que soluções eu encontrei e etc….
… agora, para poder mostrar a evolução ensaio-após-ensaio, teste-após-teste, é preciso contar a história que mobilizou o início desse pedalboard, bem como o primeiro pedalboard montado (sim, já existe o primeiro protótipo)… e para isso preciso da paciência dos amigos, pois toda essa história é contada nos 2 vídeos abaixo, que sim, são longos… mas acreditem, vê-los inteiros é fundamental para a compreensão dos demais capítulos, que serão muito mais curtos, eu prometo…
… portanto, agradeço pela paciência dos amigos para ver o vídeos e espero que todos curtam essa série, que acredito que será muito interessante e proveitosa para todos, especialmente pra mim… ;]
Abraços e até a próxima… ;]
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DE TOCA EM TOCA – Dean DeLeo (Stone Temple Pilots)
6 de jun. de 2012 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA
Antes, o anúncio…
Meus caros, este DE TOCA EM TOCA traz um convite à todos os afiliados à Toca dos Efeitos…
… atendendo à muitos pedidos, a partir de hoje todos estão convidados à participarem de um DE TOCA EM TOCA… o que é preciso fazer pra isso? Simples…
… grave um vídeo mostrando o seu equipamento, ou mesmo tire uma foto dele, e mande um texto para o nosso email contando como foi a montagem do pedalboard e porque você escolheu cada um dos seus pedais/pedaleiras/racks… quem não souber o que escrever, mande um email, que eu mando um questionário padrão…
… portanto, se movimentem e vamos fazer bombar o DE TOCA EM TOCA… é sempre muito legal conhecer o máximo de perspectivas possíveis acerca de como cada um escolhe seus equipamentos…
Agora sim, o DE TOCA EM TOCA de hoje…
Preciso confessar: o DE TOCA EM TOCA de hoje é uma justiça que preciso fazer contra uma injustiça que eu fazia há algum tempo…
… eu explico: eu tenho 32 anos… comecei a ouvir música nos anos 80, mas o movimento que marcou a minha adolescência foi o movimento grunge… o grunge, no início dos anos 90, era forte demais, ainda mais com a entrada da MTV no Brasil… por conta da MTV pude acompanhar melhor esse movimento e ficar fã de algumas bandas, especialmente Alice in Chains e Stone Temple Pilots…
… foi também no início dos anos 90 que comecei a tocar e, portanto, seria natural eu trazer, de um movimento influente na minha construção musical, referências de alguns guitarristas daquela época, não é verdade? Deveria ser, mas não foi…
… por alguma razão, eu não sei qual, na época existia um senso comum que no grunge não existiam bons guitarristas, a não ser o Jerry Cantrell, do Alice in Chains… na verdade essa afirmação não é de todo equivocada, mas por conta disso não ouvi melhor alguns caras, entre eles o do DE TOCA EM TOCA de hoje, chamado Dean DeLeo, do Stone Temple Pilots…
… depois daqueles tempos do grunge, nunca mais ouvi STP… depois do grunge comecei a ouvir metal, acabei encontrando muitas referências como guitarristas, construí meu estilo e, não fosse o evento SWU do ano passado, sabe-se lá quando ouviria STP novamente…
… mas eu ví e ouví o show do STP e, como se não bastasse o grande show da banda, me chamou a atenção a qualidade de timbres e riffs e sacadas do guitarrista da banda, Dean DeLeo…
… durante minhas pesquisas acerca do equipo do DeLeo, percebí como ele também deve parecer discreto para outras pessoas, uma vez que o material disponível é muito pequeno, comparado com a expressão que a banda tem no cenário musical… mesmo assim, achei o suficiente para publicar por aqui…
… conforme se verifica nas fotos abaixo, o equipo do DeLeo é bastante simples: um chorus BOSS CE-1, um Cry Baby, um Varidrive, da Sib, um controlador MIDI da RJM, além de um pré da Demeter, um poweramp da VHT e o VOX AC30… bom, melhor mesmo é ver o diagrama e as fotos abaixo (para ver as fotos em tamanho maior, basta clicar nelas)…
Como pode-se ver, é um equipo relativamente simples, mas de onde o DeLeo tira um grande som… ah, não conhece esse som? Então veja abaixo, em HD, o show do SWU que ví ano passado…
… pela simplicidade do equipo, de repente esse DE TOCA EM TOCA seja menos para trazer o equipo de um guitarrista, e mais para divulgar um bom guitarrista que normalmente passa desapercebido…
… em tempo, passe o vídeo para 3:35min., aproximadamente… isso o poupará de ouvir algumas bobagens do pessoal do Multishow… ;]
Abraços e até a próxima…
Leia maisDE TOCA EM TOCA – Brian May (Queen)
24 de fev. de 2012 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA
Quando anunciei no twitter da Toca dos Efeitos que o primeiro DE TOCA EM TOCA de 2012 seria especial, eu não estava brincando…
… é bem verdade que isso é muito pessoal, depende muito do gosto de cada um, portanto, não tenho como colocar de outra forma, senão que pra mim é um DE TOCA EM TOCA especial…
.. explico: muito antes d´eu pensar em tocar algum instrumento, alguns guitarristas me chamavam a atenção… como músico, lembro bem, o primeiro guitarrista que me saltou aos olhos foi o Mark Knopfler, do Dire Straits, quando solava Sultans of Swing, especialmente no final do solo dessa música… lembro até hoje como fiquei impressionado…
… entretanto, em termos de timbre, da beleza do som tirado da guitarra, que era como eu entendia isso na época, foi o Brian May o primeiro cara que me chamou a atenção… a música, para ser mais preciso, é I Want it All… baita som… e a guitarra logo no início da música tem um timbre cortante e arrebatador… até hoje acho que é um grande timbre…
… depois que comecei a tocar e a me interessar por timbres e equipamentos, devo confessar que o Brian May não chegou a ser uma referência… mesmo assim, até hoje lembro dele ter sido o primeiro guitarrista que, aos meus ouvidos, parecia ter um som melhor/mais bonito que o dos outros…
… portanto, é por essa razão que quis começar o DE TOCA EM TOCA de 2012 com o Brian May…
… e para falar da concepção do setup, relativamente simples, diga-se de passagem, trago o póprio Brain May, num vídeo gravado nos anos 80… trata-se de um vídeo bem completo e muito interessante, muito mesmo…
… além desse vídeo, trago outro, divido em 2 partes, de um fã do Brian May contando e mostrando como montou pra si um set muito parecido ao do seu ídolo…
… e, por fim, um vídeo mostrando o equipo usado pelo Brain May na turnê do Queen de 2010…
… ou seja, é material que não acaba mais… vale apena ver todos os vídeos, mas especialmente o primeiro, onde o Brian May não só mostra seu equipo, mas explica a concepção de montagem dele, que é algo raro e muito rico…
… por fim, amigos, reforço que está acabando o prazo para participar da nossa promoção… se você não está por dentro dela, acesse o endereço http://www.tocadosefeitos.com.br/2012/02/promocao-toca-que-da-corda-pra-voce.html …
… no mais, obrigado à todos pelo prestígio, e até a próxima…
Leia mais
DE TOCA EM TOCA – Tito (Banda Telecines)
4 de jan. de 2011 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA
Bom, tive a oportunidade de conhecer a banda Telecines da mesma forma que conheci tantas outras: fazendo eventos juntos, trocando uma idéia na passagem de som e sacando a vibe da banda durante o show dela... dessa forma, conhecí bandas muito ruins, assim como bandas muito bacanas, e das bacanas cito a Telecines, que tocou com a minha banda no final de novembro e fez um belo show...
... agora, em que isso realmente interessa para o blog? Interessa porque o Tito, guitarrista e vocalista da banda, trabalha muito bem as linhas de guitarra, usando de maneira muito interessante os muitos efeitos que ele possui no seu pedalboard... mais que isso, apesar da quantidade, não usa de forma exagerada, razão pela qual achei que seria muito interessante trazer mais um bom guitarrista da cena underground para o conhecimento dos afiliados da Toca...
... e, de resto, vamos de vereda ao que interessa, que é isso que o pessoal quer... hehehe
ENTREVISTA
Antes de mais nada, Tito, obrigado por se dispor à dividir suas experiências como guitarrista com o pessoal da Toca dos Efeitos...
1) Fale um pouco das suas referências como músico, desde o que te motivou a começar a tocar guitarra, até às bandas e músicos que são referência dentro do teu trabalho na Telecines.
Tito: Eu “entrei no rock” por aquela porta do Punk Rock e do Grunge 90s. Curtia Sex Pistols, Ramones, Nirvana, Mudhoney, Sonic Youth Smashing Pumpkins... enfim, isso lá pelo fim dos anos 90. Inicialmente eu era baixista, mas já que eu compunha e minha primeira banda não tava se acertando com algum vocalista – e precisava de um segundo guitarrista – resolvi me aventurar nas seis cordas e procurar um baixista pra gente. No fim, a guitarra me escolheu hehehe.
Essa referência punk e grunge ainda rola e muito. Ultimamente o stoner e o garage rock tem sido as principais referencias dentro dos Telecines mesmo. As bandas do Dave Grohl, Josh Homme e Jack White... e os clássicos também – principalmente o Sabbath. Além dessas ai eu me identifico bastante com o BRMC e a cena shoegazer do fim dos 80 toda: J&MC, MBV, Ride...
2) Qual é o teu setup ao vivo?
Tito: Minha guitarra principal é uma Giannini Diamond preta com humbuckers de epiphone les paul e um
bigsby. Minha segunda guitarra é a uma Giannini Supersonic com dois humbuckers standart HB da sound. Acho legal falar que eu coloquei esses captadores pra quebrar um galho até junta uma grana e comprar uns gibson da vida... mas desisti quando coloquei eles na guitarra! Paguei 48 reais em cada um e resolveu todos os problemas que a supersonic original tinha pra mim.
Agora vamos pro pedalboard: TU3, Ibanez TS7 (ou um Boss OD2, depende do humor), Vox Wah V845, Danelectro ChiliDog, Delay Oliver DD30, Big Muff Russo, Axcess Phaser, Onner Cooper Tremolo e Booster Snake. Tudo isso vai lá pro Hiwatt Maxwatt G100!
Vale lembrar que tirando o Muff, o vox e o TU3... é tudo pedal barato! O importante pra mim é a distorção ser 100%, o resto é só “perfumaria” mesmo.
3) Em que ordem ficam dispostos os pedais? Algum vai no loop do amp., ou ficam todos em linha, direto no input do Hiwatt?
Tito: Como a gente não pode se dar ao luxo de tocar sempre com meu amp, meu set é todo em linha direto no Input. Eu até deixo o foot do hiwatt num espaço do pedalboard, mas acabo usando ele pra adicionar um reverb aqui e ali e às vezes jogar com o canal de drive do amp pra mudar o volume. A ordem é aquela lá mesmo: Afinador, distorção low gain, wah, oitavador, delay, distorção/fuzz, phaser, tremolo e booster!
4) Como foi a concepção desse setup? Sempre procuraste algum tipo específico de som, ou a construção dele foi se dando ao poucos, às vezes por acaso, apenas mexendo nos pedais e procurando sonoridades diferentes?
Tito: O coração do set é o Big Muff. Os outros pedais servem como perfumaria mesmo... a maioria é por uma idéia de timbre pra alguma parte de alguma musica mesmo. Daí pesquiso sobre o efeito e acabo levando. Ta certo que nem sempre dá certo, mas daí o cara acaba achando uma outra utilidade pro pedal. Então acho que é um pouco de cada um: ter a idéia na cabeça, querer um pedal específico pra executa-la, ter o pedal na mão e mexer nele até vir uma idéia na cabeça!
5) Como tocamos juntos, tive a oportunidade de tocar com o teu amp., o Hiwatt, que eu não conhecia, mas que me surpreendeu bastante. Entretanto, vendo o show da Telecines, notei que usas o Big Muff russo ligado quase que 90% do tempo. Por que optaste em usá-lo como tua principal distorção? Quais as qualidades que te agradam tanto nele? Usas ele juntamente com o drive do teu amplificador? Se sim, em que ocasiões e buscando que tipo de sonoridade?
Tito: Esse Hiwatt foi amor ao primeiro acorde... melhor transistorizado que eu já usei. Na verdade me agrada mais que a maioria dos valvulados que eu já toquei também... mas daí eu sei que é um pouco de exagero. O problema é que nem sempre uso ele em shows, principalmente fora da cidade – então acabo usando só o canal limpo, por não confiar em drive de outros amps. Como disse antes, o Big Muff é o coração central da história toda. Eu não sei da onde nasceu minha paixão por esse pedal, mas é antiga. Acho que o que eu gosto nele é o quanto é tosco, gordo e pesado. Não gosto muito de distorções certinhas e na medida, gosto delas mais ardidas e disformes mesmo.
Ao invés da maioria dos guitarristas (que eu conheço), eu uso o low gain pra “boostar” o high gain. Como o muff é um pouco fechado e gordão, uso o Tube Screamer antes dele quando quero uma distorção mais aberta e cremosa um pouco. E também quando eu quero desligar o muff e não ficar com aquele timbre limpíssimo. Antes de comprar o wah, usava o Boss Overdrive Distortion com o agudo quase no máximo e o volume altinho também pra dar um boost de agudos, tipo o timbre do solo de “36”. Quando eu comprei o Wah, preferi dar esse boost só pisando nele e deixando na posição mais aguda... funcionou legal!
Mas o TS ta praticamente desligado o tempo todo... o muff casa muito bem com o hiwatt e acaba realçando as freqüências agudas que eu usava o TS pra empurrar. Mas ta lá... vai saber quando eu vou pegar AQUELE amp bacana pra tocar por ai né?
6) Durante o show da Telecines, me chamou a atenção como usavas inteligentemente o phaser e um pedal rosado da linha mini da Danelectro. Normalmente vemos os guitarristas usando apenas ou o equalizer ou o tremolo dessa linha. Por conta da pouca luminosidade durante o show, pareceu-me ser o oitavador. Estou certo? Em que casos procuras usar oitavador, uma vez que hoje vemos cada vez menos guitarristas usando esse efeito?
Tito: É um oitavador sim... que eu paguei R$50 usado! hahaha O oitavador eu uso basicamente em alguns riffs e um ou outro solo. Confesso que motivado por solos geniais do Jack White e algumas coisas do Josh Homme no Them Crooked Vultures também. Alias, o legal desse oitavador ser barato e “ruim” é que ele dá umas engasgadas as vezes – e é essa erradinha dele que é legal!
O riff original de 36, que é onde eu uso o phaser e o oitavador junto, era com um Flanger BF2 que tava comigo emprestado. No fim eu tive que devolver o pedal e comprei esse axcess phaser pra simular aquilo... Acontece que o pedal só tem agudo! Tu liga o troço e já eram as freqüências graves. Daí na gravação a gente tava testando como fazer o riff e um dos testes foi fazer junto com o oitavador, pra compensar os graves... daí veio aquele timbre estranho que foi recebido por um sorriso sincero do produtor. Isso faz a gente voltar a história de antes: comprei o pedal querendo uma coisa, não consegui e ele acabou ganhando outra função.
7) Mesmo durante a passagem de som, mas especialmente durante o show da Telecines, me chamou muito a atenção o riff da música QUANDO A CORDA ESTOURAR. Pode parecer exagero da minha parte, mas fazia muito tempo que eu não ficava com um riff na minha cabeça. Parabéns pelo riff, diga-se de passagem. Riff “patrão”, que impõe respeito, não se faz todo dia... hehehe. Agora, nesse riff usas slide, que ao meu ver fez toda diferença pra ele. Costumas compor tentando variações com o slide? Foi impressão minha, ou essa música é tocada numa afinação mais baixa? Durante o riff só usas o Big Muff, ou mais algum outro efeito?
Tito: Não fala assim que eu fico com vergonha! “Riff Patrão” é o de Hole in the Sky... o de Quando a corda estourar é um riff estagiário! Hahahaha
A gente já usa a afinação mais baixa em um tom (DAFCGD), pra ficar mais grave mesmo. Nessa música o bordão cai mais um tom e vai pra C! Esse riff veio logo que eu comprei o slide, queria fazer um riff com ele naquele clima BRMC da vida, saca? Bem sinceramente, queria fazer um riff que nem os do Joe Perry... mas tocar um troço semelhante e cantar fica fora da minha jurisdição guitarristica hehehe. O riff tem só o Big Muff mesmo – e na a gravação são 3 guitarras: 1) telecaster; 2) semi acústica; 3) telecaster com mic atrás do amp.
Enfim, acho riffs de slide muito bons. É um recurso que exige dedicação pra saber usar de verdade, então acabo usando bem menos do que gostaria. Lógico que eu sempre arrisco alguma coisa com ele...
8) Brevemente pretendes adicionar mais alguma coisa no seu setup? O que e por que?
Tito: Olha, eu tenho quase todos os efeitos “padrão” no meu pedalboard. Posso sossegar quanto a isso. Ultimamente to mais preocupado em adicionar outras coisas no set (uma Firebird seria bem vinda). Eu sinto falta de um bom low gain na verdade. Tanto o TS7 quanto o OD2 não me satisfazem. To de olho no Tube Baby do Eugênio... (EFX). Mas to me segurando.
Logo volta a minha pilha por trocar meus brinquedos baratos por uns melhores, saca? Por enquanto to sossegado. Talvez, quem sabe, só pegar um Eq, ou um ring modulator, ou um danelectro spring reverb, talvez um pog, ou ainda um memory man... hahaha
9) Fale um pouco da Telecines, como começou, projetos da banda pro futuro e etc..
Tito: Cara, na verdade eu tava sem banda desde 2006, quando a “TiTo & Os Fantásticos” acabou... desde então eu só tocava uns covers com uns amigos, ou participava de um ou outro show por aqui e por ali. Logicamente eu não parei de compor e fui guardando as coisas... até que no fim de 2008 eu resolvi gravar em casa um “disco” com 11 sons desses que eu vinha guardando. Na seqüência, eu mostrei pro Lucas e a gente decidiu fazer uma banda a partir daquilo. Ficamos 2009 todo na função de acertar tudo, e fomos estrear somente em fevereiro de 2010.
Agora a gente ta preparando um show novo pra 2011. Compondo algumas coisas novas, preparando uma estrutura de show diferente e decidindo algumas coisas. Acho que vamos gravar um clipe no início do ano e fazer shows por todos os lugares possíveis – que é o legal, né?
10) Falando de música, genericamente, o que tens ouvido atualmente? Há alguma banda nova que esteja te chamando a atenção?
Tito: Geralmente as coisas “novas” que eu ouço são projetos de caras que já me agravam antes. O Them Crooked Vultures foi o ultimo disco que me deixou triste com a vida. Queria parar de tocar depois de ouvir aquilo... fiquei chocado hehehe Também gostei do Imperial State Electric, que é o projeto novo do Nick Royale (ex-Hellacopters). Tem bandas que nem são mais novas... mas vale a pena citar: Subways é um trio com uma pegada pop muito boa junto das guitarreiras. O Raveonettes é demais também, apesar de estar indo pra uma praia muito electro pro meu gosto... O Nine Black Alps é demais também, um “grunge revisitado” muito do caralho. Parlor Mob, Wolfmother... tem bastante coisa na real hehehe
Das bandas daqui eu gosto bastante dos Black Drawing Chalks e dos Vespas Mandarinas. Vindo mais pro sul, tenho curtido pra caralho o som da “ZAVA” de caxias e da “O Curinga” de Novo Hamburgo.
Tito, te agradeço por teres participado do DE TOCA EM TOCA, pois muitas das tuas perspectivas, da forma como vês timbre e som são muito ricos, justamente pela simplicidade e praticidade que procuras no som, no uso do teu equipamento, e etc…
… e aos afiliados da Toca, indico que acessem o site http://www.telecines.com.br, pois lá vocês terão mais informações da banda Telecines…
… de resto, agradeço às todos pela visita e espero que voltem, pois em breve virá mais um texto sobre a “saga-sem-fim-que-terminará-nesse-mês”… hehehe
Leia maisDE TOCA EM TOCA – Nuclear (Banda Redoma)
5 de fev. de 2009 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA
Prólogo
Parece-me evidente, antes de mais nada, que à essa altura do campeonato a Toca dos Efeitos já tem seu slogan: “TOCA DOS EFEITOS – Agenti tarda mais num fáia”… hehehe
… tardando, mas não falhando, hoje a Toca retoma uma sessão, um pouco esquecida no ano passado, mas que não tenho dúvidas que aguçará o interesse de todos, que é a DE TOCA EM TOCA, que visa expandir um pouco os conhecimentos gerais sobre os efeitos para o conhecimento específico de como cada músico os usa, o que busca de cada um deles e etc…
… evidentemente, a Toca tem proposta clara e dificilmente terá músicos famosos nessa sessão, afinal, a intenção é buscar conhecer como o músico underground se vira sem o acesso à Mesa Boogie´s, Marshall´s, Fender´s, Peavey´s, entre outros equipamentos caros e de ponta…
… para reiniciar os trabalhos nessa sessão, trago ao conhecimento dos amigos um ótimo e inteligente guitarrista do Rio Grande do Sul, conhecido como Nuclear, que toca na banda Redoma, uma das mais promissoras do underground gaúcho…
... como de praxe, repiso meu convite para o pessoal fazer parte do mailist da Toca, bastando, para tanto, enviar um email para tocadosefeitos@yahoo.com.br, e para fazer parte e participar da comunidade da Toca no orkut, no endereço http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=50019202
Abraços... \m/
DE TOCA EM TOCA – Nucler (Banda Redoma)
Apenas para conhecimento dos amigos, conheci a Redoma, banda em que o Nuclear é guitarrista, num evento em que fui convidado para conhecer a banda de um conhecido... o show que antecedeu a banda desse conhecido foi o show da Redoma, que até hoje é o único que me lembro daquela noite... a banda é muito boa, o pessoal é super-competente e o Nuclear, em especial, é um guitarrista muito inteligente, de muito bom gosto, motivo pelo qual o convidei para dividir com o pessoal da Toca dos Efeitos um pouco das suas experiências como músico...
... e vamos de vereda ao que interessa, que é isso que o pessoal quer... hehehe
ENTREVISTA
Antes de mais nada Nuclear, obrigado por se dispor à dividir suas experiências como guitarrista com o pessoal da Toca dos Efeitos...
1) Fale um pouco das suas referências como músico, desde o que te motivou a começar a tocar guitarra, até às bandas e músicos que são referência dentro do teu trabalho na Redoma.
Nuclear: Bom Milton... Primeiramente o meu muito obrigado pela oportunidade. Eu comecei a tocar guitarra por causa do meu grande “mentor”, que todo mundo estranha quando falo o nome pelo fato de não ter nada a ver com a Redoma... John Frusciante. Com certeza absoluta foi meu grande exemplo tanto pelo trabalho no Chilli Peppers quanto na carreira solo. Mesmo errando e desafinando os seus backings ele conseguia me agradar. A simplicidade da sua forma de tocar e criatividade me cativaram e a partir dai não pensava em outra coisa a não ser tocar guitarra com a alma, independente do que os outros poderiam pensar da minha atitude e/ou estilo.
Com o passar do tempo, isso lá por 2001, eu fui descobrindo sonoridades novas, afirmando meu estilo de tocar e me firmando nas afinações mais baixas. Surgiram, então, as influências de Jerry Horton (Papa Roach), Marcos Curiel (P.O.D.) e Wes Borland (Limp Bizkit)...Sempre digo hoje em dia que eu sou uma mistura de John Frusciante com Wes Borland..huahsiuahs
2) Qual é o teu setup ao vivo?
Nuclear: Hoje em dia eu to usando um cabeçote e caixa Marshall, da série MG Limited Edition (usando a distorção e o delay do cabeçote através do footswitch, e uma pitadinha de reverb pra dar um brilho). Essa foi uma das melhores aquisições que já fiz até aqui. Apesar de alguns preferirem JCM 800/900 e “descascarem” a série MG dizendo que é “boazinha”, eu me dei muito bem com a combinação dos meus equipos com essa série... O timbre está melhor do que nunca.
Meu set de pedais atualmente é composto por um Phaser MXR vintage, Flanger BF-20 da Oliver, Chorus CE-3 da Boss, Delay DD-3 da Boss e MZ-2 Digital Metalizer da Boss (as vezes eu uso mais um Delay DD-30 da Oliver e o JackHammer da Marshall).
Minha guitarra é uma Schecter C1 Elite.
3) Em que ordem ficam dispostos os pedais? Algum vai no loop do amp., ou ficam todos em linha, direto no input do Marshall?
Nuclear: Não costumo usar no loop, mas é algo que venho estudando e me preparando pra utilizar. A ordem dos pedais é Phaser, Delay, Flanger, Chorus, Metalizer e Foot Switch do amp. (a “versão alternativa” tem acrescentada entre o Chorus e o Metalizer, o JackHammer, e entre o Delay Boss e o Flanger, o Delay Oliver).
4) Esmiuçando um pouco o teu setup, fica claro que gostas bastante de modulação, já que usas 3 tipos diferentes: chorus, flanger e phaser. Eles possuem funções já definidas, ou a cada nova composição vais mexendo nos pedais procurando sonoridades diferentes?
Nuclear: Eu uso numa função já definida, porque, apesar de gostar de mexer com timbres e efeitos, gosto de criar uma identidade. Apenas o Delay acaba sendo vítima de novas experiências... e aí está o motivo pelo qual eu tenho 2 Delays, utilizo o delay do cabeçote e pretendo adquirir o Boss Digital Reverb/Delay RV-3 num futuro bem próximo.
5) Um pedal que chama a atenção é o BOSS Metalizer (MZ-2 – mais informações em: http://www.bossarea.com/loadpage.asp?file=boxes/mz2.xml), pois é muito raro e poucos o conhecem. Conte como chegaste nele e o que dele te agrada que outros pedais não oferecem.
Nuclear: Bom cara... Entrei numa loja de pedais usados, ainda na época em que eu procurava a distorção ideal pro trabalho que eu vinha/venho desenvolvendo. Naquele momento eu tive o 1° contato com o JackHammer e com o Metalizer. Fiquei primeiramente com o JackHammer pelo fato de ser uma distorção bem versátil e que oferecia totalmente a timbragem que eu procurava naquele instante: gorda, definida e pesada. Mas não esqueci do Metalizer pelas opções de funções. É um pedal que eu uso em certos momentos e determinadas músicas. Na regulagem que eu uso, ele soa com mais médios do que graves, tirando um pouco daquele soco e possibilitando maiores sacadas com microfonias e harmônicas.
6) Numa das tuas respostas, disseste que “as vezes eu uso mais um Delay da Oliver e o JackHammer da Marshall”. Em que casos vês a necessidade de usares esses pedais a mais?
Nuclear: Primeiramente, utilizo o 3° delay (delay Oliver – os 3 delay´s são o delay BOSS, delay Oliver e delay do cabeçote) quando preciso de velocidades de repetição diferentes uma da outra. Ainda estou desenvolvendo composição em que pretendo usar 2 ou até 3 velocidades diferentes, simultaneamente ou não. O delay é um efeito sem igual, lindo e que pode alcançar uma sonoridade na mente, causando uma sensação que nada no mundo oferece igual.
O JackHammer eu uso quando não tenho a possibilidade de usar a distorção do cabeçote... É um pedal bem versátil, apesar de ter um timbre muito característico... Tem uma definição ótima de oitavas e manda um som com bastante intensidade e peso.
7) Como foi a concepção desse setup? Sempre procuraste algum tipo específico de som, ou a construção dele foi se dando ao poucos, às vezes por acaso, apenas mexendo nos pedais e procurando sonoridades diferentes?
Nuclear: Cheguei nesse setup em meio a testes, aquisições precipitadas, trocas e pesquisas (principalmente pesquisas em relação às minhas influências).
8) Brevemente pretendes adicionar mais alguma coisa no seu setup? O que e por que?
Nuclear: Pretendo adicionar muita coisa ainda como Whammy, Wah-Wah, Oitavador, Compression/Sustainer, Reverb/Delay... Pelo fato de que gosto muito de mexer com efeitos pra ampliar a versatilidade, "novidades sonoras", misturas e originalidade a cada musica.
9) Fale um pouco da Redoma, como começou, projetos da banda pro futuro e etc..
Nuclear: A Redoma começou no inicio do meu segundo grau, em 2004, quando eu decidi participar do festival de bandas do colégio. Resumindo, reuni o pessoal, ensaiamos e ganhamos a coisa... a partir dali, ganhamos inúmeros festivais, inclusive as próximas 2 edições desse mesmo festival do colégio... então, partimos pra um disco, abrimos show do Evanescence, Cachorro Grande, Autoramas... Fomos atração na festa de 11 anos da Radio Pop Rock juntamente com O Rappa, Papas da Lingua, Acusticos e Valvulados, Zach Ashton, etc. Estamos em processo de composição do segundo disco, tendo lançado 2 prévias no http://www.myspace.com/redoma... E no momento te respondo essas questões de São Paulo, onde estou correndo atrás de emoções mais fortes pra Redoma.
10) Falando de música, genericamente, o que tens ouvido atualmente? Há alguma banda nova que esteja te chamando a atenção?
Nuclear: Atualmente (fora as confirmadas como P.O.D., Ill Nino, Mudvayne, 36 Crazyfists, Incubus, Deftones...) tenho ouvido bandas de fora da midia em geral: Karnivool, Puya, Guano Apes, Spike 1000....
E 2 bandas estão me chamando a atenção: Mypollux (banda francesa que recentemente lancou cd novo mas que nao me agradou...prefiro os trabalhos anteriores) e Silent Civilian (projeto paralelo do vocalista do Spineshank).
Leia maisDE TOCA EM TOCA - Marcos Craveiro
7 de mai. de 2008 | Assuntos: DE TOCA EM TOCA
DE TOCA EM TOCA, mas que porra é essa agora? Calma, pequeno gafanhoto, deixa que eu explico... hehehe
... bom, a maioria não sabe, mas no mês de maio a Toca dos Efeitos está completando o seu primeiro ano de serviços prestados... por conta dessa data, a Toca vai apresentar algumas novidades, dentre elas, a seção que estréia hoje, chamada DE TOCA EM TOCA...
... a DE TOCA EM TOCA é uma idéia antiga, mas que somente hoje pode ser colocada em prática... o conceito da seção é simples, mas dinâmico, na medida que procura tornar o conhecimento específico e individual dos equipamentos, através dos reviews, mais amplo e completo, trazendo informações específicas e particulares de quem os usa, da forma como cada um emprega determinado efeito, ou porque escolheu determinado equipamento em detrimento de outro e etc... trocando em miúdos, esse é o objetivo da DE TOCA EM TOCA...
... para abrir nossos trabalhos, um grande amigo e colaborador da Toca dos Efeitos, o Marcos Craveiro, que além de músico, é o designer da Toca... hehehe... e, claro, também responsável pelo logo da seção, que é a figura que está mais acima... não deixem de comentar o que acharam do logo... hehehe
... espero que todos gostem dessa nova iniciativa, tanto quanto acredito que ela será muito interessante e útil para músicos de todos os níveis de experiência...
Abraços... \m/
Passei algum tempo só com o Wah, aprendendo a usá-lo nos sons que gostava, e dentro dessa primeira "tríade" que havia citado (wah / delay / booster), o pedal seguinte que se tornava urgente era um outro drive que pudesse ser usado como booster, tanto de volume quanto de ganho em drive. Não me acertei com o Shred Master, minha primeira opção e também "chute". Achei maravilhoso aquele som "Marshall" para riffs que conseguia com ele, mas, dentro do meu set, da minha pouca experiência com pedais à época (não tão alargada hoje em dia) e pra função que precisava, não funcionou. Pensava sempre em outro drive no input do amp resolvendo as duas questões, então, como um pedal mais forte não dera resultado, resolvi partir pra um outro consagrado e mais leve: o TS-9 da Ibanez. Esse tive a oportunidade de testar em casa antes de adquirir, pois um amigo havia comprado pouco tempo antes e me permitiu ficar com ele por pelo menos um dia usando-o. O pedal me deu aquele pouco a mais de drive que precisava e trazendo uma sonoridade rica em médios que me agradou (e que desagrada a outros tantos). Ele também funcionava como drive principal pra boa parte do que toco, caso houvesse impossibilidade de usar o drive do meu amp. Resolveu uma questão, trouxe uma segunda solução de bônus, mas não me dava o volume a mais pra destacar o necessário com a banda.
Wah VOX -> ED-1 compressor Marshall -> TS-9 -> MXR Phaser 90 -> Boss BF-3 Flanger -> Boss DD-3 Delay; e no Loop: Baby Booster do Hobbertt e Chorus do próprio amp.

















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