SE EU SABERIA QUE PEDAIS EU TERIA HOJE? – PARTE 3

23 de dez. de 2009 |

Seguindo a minha saga… hehehe… me peguei pensando sobre qual pedal poderia escrever agora, uma vez que escreví sobre os outros pedais (Dirty Little Secret e Stereo Electric Mistress) sem seguir qualquer ordem ou qualquer coisa do gênero… por essa razão, vou instituir, a partir desta postagem, uma ordem, que será a ordem que os pedais teriam nesse pedalboard… e como os 2 pedais que já tratei ficariam no meio da cadeia, vou falar daquele que estaria na ponta, qual seja, o wah…

… wah é um caso que poderia me render uma internação… primeiro pelo tanto que gosto do efeito… segundo porque gosto de diversos modelos… e, por fim, porque nunca estou satisfeito, pois sempre parece que algo poderia soar melhor… talvez essa seja uma sensação comum também em outros efeitos, mas, pelo menos comigo, é mais patente com wah…

… o primeiro wah que tive foi um Dunlop JH-1 Jimi Hendrix… na época, não gostava muito, pois achava que faltava maior presença de agudos (também, com o tanto de graves que eu usava, só podia achar que faltava agudos… hehehe)… por essa razão, comprei outro wah, o clássico Cry Baby GCB-95, que sempre me deixou bastante satisfeito, mas não completamente satisfeito… depois de um tempo, incomodado com a não completude da minha satisfação, fiz diversas modificações no GCB-95, tornando-o um verdadeiro Frankenstein… mas não no mal sentido, pois ele oferecia tantas opções que, se eu acordasse incomodado com o timbre do dia anterior, teria condições de modificá-lo como quisesse, inclusive podendo escolher mais de 1 indutor… contudo, em determinado momento tive de me desfazer dele, assim como de outros pedais que eu tinha, pois precisei levantar uma grana…

… agora, apesar de todas as milhares de opções que o Frankenstein me oferecia, tinha uma coisa que ele não tinha como resolver: o acionamento do pedal através de uma chave… ok, eu sei, desde que o rock é rock, Page, Hendrix, entre outros, ligavam o wah pisando numa chave, mas eu, infelizmente, nunca gostei disso… sempre me agradou mais o acionamento óptico oferecido pela Morley…

… mas e aí, como resolver esse impasse???…

… falando dos muitos wah´s que me agradam, citaria o Dunlop JH-1 Jimi Hendrix (hoje em dia, curiosamente, o meu preferida da Dunlop), o Dunlop 535q, o Fulltone Clyde Deluxe Wah, o Morley Tremonti… e o surpreendente Morley Bad Horsie 2…

… depois de passar algum tempo usando apenas o wah da GT-8, resolví que seria a hora (há pouco mais de 2 meses) de ter novamente um pedal de wah… e como resolver o impasse entre a praticidade dos Morley´s e o timbre dos Dunlop´s???…

… eu confesso que passei algum tempo passando de um lado para o outro… às vezes estava mais decidido a pegar o Morley Tremonti Wah, às vezes estava mais decidido a pegar ou um JH-1, ou mesmo um GCB-95 para modificar…

485655 … até que, não mais que de repente, me foi ofertado um Bad Horsie 2… fiz um teste e fiquei tão positivamente surpreso, que resolví comprá-lo… lembro que quando o comprei não sabia o que mais me surpreendia, se o timbre dele, ou se o simples fato deu tê-lo comprado… hehehe

… a verdade é que talvez eu tivesse algum tipo de preconceito em relação ao pedal, especialmente porque nunca tive no Steve Vai uma referência para qualquer coisa, quanto mais para o timbre de wah… entretanto, esse wah, que na verdade é um 2 em 1, tem grande parte das características que eu gosto num timbre de wah, desde um grave profundo, até agudos cortantes… era basicamente isso que eu procurava/tinha no meu antigo Frankenstein, e que tenho no Bad Horise 2, ainda não em 100%, é verdade, mas muito próximo a isso…

… além disso, preciso ressaltar o quão prático é pensar que basta eu pisar no pedal para acioná-lo… decididamente essa era uma das questões que mais pesou na minha escolha, e, após a compra, percebí o quanto deveria realmente ter pesado…

… portanto, surpreendentemente, especialmente para mim mesmo, acreditem, é que digo que o primeiro pedal desse pedalboard idealizado não teria como ser outro senão o Morley Bad Horsie 2…

… e, insisto, apesar de não ser um wah muito bem quisto no meio, recomendo que o pessoal teste, mesmo que com a intenção de provar que ele é ruim, pois, tenho a sensação, ele pode surpreender mais gente além de mim… hehehe

… e, claro, para não perder o hábito, segue abaixo um vídeo, o primeiro, para ser honesto, que me fez olhar com outros olhos para esse “patinho feio”… e, apenas esclarecendo, só vou colocar apenas um vídeo, pois BD2 será foco de futuro review da Toca…  ;]

Abraços e, claro, boas festas à todos!!!

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Você gosta de fuzz? Eu também…

18 de dez. de 2009 |

Quando comecei a me interessar um pouco mais sobre efeitos, nos idos de 96, o que primeiro me chamou a atenção foram os pedais de saturação… o primeiro que tive foi um BOSS OD-2r, mas o primeiro timbre que me tirou de verdade da cadeira veio de um Metal Zone, na mesma época, de um cara que timbrava esse pedal como ninguém… por conta desse fato, sempre procurei timbres hi gain, mesmo que fosse tocar Stones… por conta desse fato, comecei a ter uma sede incrível por pedais de saturação…

… contudo, tardiamente, após esse OD-2r, anos com uma BOSS ME-8, e mais alguns pedais a seguir, é que fui ter contato com o meu primeiro fuzz, um clone do Big Muff russo, feito pela 56inc, que era tão sensacional que nem mesmo o original, pelo menos aos meus ouvidos, soava tão bem… na cola do Muff, veio um clone do Vintage RAT, da 56inc, outro pedal incrível, que mesmo sendo uma distorção, pode ter texturas de fuzz facilmente… enfim, fui iniciado nesse mundo dessa forma, e a partir daí me viciei nesse efeito, ainda que o use bem menos do que gostaria… poucos pedais, qualquer que seja a categoria (saturação, modulação e etc.) têm a personalidade que um bom fuzz… um bom fuzz nunca passa desapercebido numa música…

… entretanto, o fuzz faz parte das principais histórias que um dia teremos de contar aos nossos netos sobre guitarras, os primeiros guitar-heros e afins… e para nos ajudar quando formos contar essas histórias, encontrei um uma série de vídeos que contam a história do fuzz… incrível isso, né? hehehe… os vídeos são imperdíveis e seguem abaixo…

… ah, sim, infelizmente eles não são legendados, mas o inglês está bem acessível… quem não tem muito trato com o inglês, fique tranquílo, pois, no mínimo, terá a chance de ouvir grandes sons em todos os vídeos… ;]

Abraços!

 

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Surpresas de Internet…

14 de dez. de 2009 |

Bom, antes de mais nada, peço desculpas aos amigos, mas no último mês tive alguns problemas com o meu micro… por conta deles, perdí todo o material que já tinha aprontado para novas publicações na Toca… por esse motivo, passei um tempo sem publicar nada e só agora estou podendo recomeçar a edição e publicação desse material…  ;]

… nessas “andanças” pela internet, volta e meia me vejo surpreso com algumas coisas que são lançadas… creio que isso deva acontecer com todos, afinal, não temos como testar tudo que é lançado em termos de efeitos, razão pela qual a internet é o único caminho para tanto… agora, o efeito “surpresa”, pelo menos pra mim, é algo pouco comum, pois ainda é lançado muito do “mais-do-mesmo”… entretanto, volta e meia “surpresas” aparecem…

T-RexSpinDoctorClose… uma das “surpresas” que tive foi o SpinDoctor, da  dinamarquesa T-REX, um valvulado com 4 patches programáveis e incrivelmente versátil… reforço: INCRIVELMENTE VERSÁTIL… todos os parâmetros do pedal permitem sonoridades bastante distintas e muito ricas… realmente esse pedal me surpreendeu bastante quando o conhecí…

… como é um pedal que, infelizmente, até o momento não tive a oportunidade de tocar, acho que não seria coerente da minha parte escrever impressões vagas acerca de observações advindas de vídeos e samples… por isso, tire suas próprias impressões a partir dos vídeos abaixo… acho que o pedal vai agradar muita gente… hehehe

Abraços!

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